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Um fim de semana diferente no Peru!

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em quarta-feira, julho 20, 2016

Que tal fugir da rotina e viajar para Lima no final de semana?

 

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A capital do Peru, vem ganhando destaque nos itinerários dos viajantes, principalmente por sua renomada gastronomia. Além dos premiados restaurantes, a cidade abriga belos parques e praças, uma badalada vida noturna e interessantes museus e galerias de arte!

 

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Para sua experiência de viagem ser ainda melhor, uma de nossas sugestões de hospedagem é o Hotel B, um histórico casarão da Belle Epoque, que capta a essência boêmia e artística do seu bairro Barranco. Lá você vai encontrar aconchegantes acomodações e ótimos serviços. Aproveite para tomar um delicioso café da manhã no pátio, desfrutar do chá da tarde na biblioteca e pedalar até Miraflores com as bicicletas do hotel!

 

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No lounge você pode relaxar e ler um livro cercado de obras de arte. Do terraço você consegue admirar o pôr do sol e a linda vista de Barranco e do Oceano Pacífico, enquanto degusta alguns bons drinks!

 

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As belezas de Murano, Burano e Torcello

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em segunda-feira, junho 27, 2016

Se você está a caminho de Veneza, vale reservar um dia para conhecer outras 3 ilhas pequenas da região: Murano, Burano e Torcello.

 

Murano, Burano e Torcello

 

Murano começou suas atividades em 1291, quando os cristaleiros de Veneza foram obrigados a mudar-se para a ilha devido ao risco de incêndio, pois suas as moradias eram de madeira. As principais fábricas de vidro do mundo estavam lá, fato que tornou a ilha na maior produtora de cristal da Europa e permanece até os dias de hoje.

 

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Além dos vidros, Murano tem outras atrações como: Igreja de Santa Maria e São Donato, conhecida pelos seus mosaicos bizantinos do século XII, a  Igreja de São Pedro Mártir e o Palácio da Mula.

 

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Burano é conhecida por suas casas coloridas e rendas artesanais. Durante o século XVI as moradoras da ilha começaram a produzir peças de renda diferenciadas, o que estimulou a exportação para toda a Europa. Atualmente, por exigir mão-de-obra intensiva e ser um trabalho muito caro, já não se produzem peças de renda de maneira tradicional na ilha. Porém, para manter a tradição, existe uma escola para rendeiras.

 

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As casas com cores vibrantes surgiram dos moradores locais da ilha.  A intenção era que pudessem reconhecer suas casas com cores vivas quando estivessem pescando ou através da neblina.

Como a maioria dos moradores locais são pescadores, a ilha também é famosa pela gastronomia dos restaurantes que servem peixes fresquíssimos.

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Torcello é atualmente é a ilha menos povoada, porém com a maior história. Foi o lugar onde os primeiros habitantes que fugiram da queda do império romano se instalaram. Ali, eles conseguiram se manter seguros dos ataques bárbaros e das invasões germânicas. Naquela época a população da ilha era de cerca de 10 mil pessoas e a principal atividade econômica era a venda do sal retirado da lagoa. Em 638, o Bispo de Altino fez da ilha sua residência oficial e trouxe com ele relíquias religiosas, por isso o principal ponto turístico de Torcello é a Catedral de Santa Maria Assunta, construída em 639 com influências bizantinas.

 

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Diário de bordo Galápagos

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em quinta-feira, dezembro 10, 2015

Que tal explorar um dos lugares mais incríveis do planeta a bordo do charmoso Silver Galápagos?

A Diretora de Vendas da Silversea, Ligia Secco, acabou de voltar dessa viagem por Galápagos no Equador e nos conta através de um Diário de Bordo sua experiência no destino! Confira:

 

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DIA 1

 

Em minha viagem de férias encontrei a oportunidade de compartilhar com você, as maravilhas das Ilhas Galápagos enquanto estou a bordo do Silver Galápagos, um dos 3 navios de expedições que a Silversea tem em sua frota.

Hoje foi dia de embarque: desde a chegada em Baltra até o jantar, tivemos muitas informações sobre como serão nossos próximos dias, separamos o equipamento de snorkel (composto de máscara e cano, pés de pato e neoprene) e já repassamos como será o dia de amanhã.

Mas antes, um breve relato de uma estadia de três dias em Quito, cidade que deve fazer parte do itinerário quando se pensa em ir à Galápagos.

Quito é uma cidade muito bonita, primeiro patrimônio mundial da Unesco junto com a Cracóvia, com um centro histórico a là Ouro Preto porém em proporções bem diferentes. Lá se encontram 30 igrejas de diferentes ordens religiosas, além de prédios históricos como o Palácio do Governo aonde todos os dias Rafael Correa, presidente do Equador, chega para trabalhar. Tive a sorte de participar da primeira comemoração da fundação de Quito, no dia 6 de dezembro: uma parada muito alegre e colorida que encheu a cidade.

Além da parte histórica, Quito tem em seus arredores muitos vulcões para se visitar como o Cotopaxi, que infelizmente estava fechado durante minha visita. Fui porém à Laguna Quilotoa que está num vulcão extinto há algumas horas da cidade. Paisagens lindas e uma boa caminhada até a beirada e volta. Aliás para ecoturismo e turismo de aventura essa região é um prato feito!

Outro passeio foi ao povoado de Mindo: mata muito parecida com a nossa Atlântica e onde aprendemos sobre chocolate, fizemos tirolesa, conhecemos um borboletário e ainda visitamos uma cachoeira linda. Tudo a poucas horas da capital equatoriana.

Acompanhe essa expedição e aprenda comigo sobre esse destino espetacular!

Até mais!

 

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DIA 2

 

Durante a manhã fizemos uma caminhada leve de 2h, porém com 388 degraus até o topo da ilha de Bartolomeu. De lá vimos um dos cartões postais de Galapagos, a Pinnacle Rock! Aqui começamos a entender a geologia das ilhas, formadas por vulcões e cinzas vulcânicas que vão se sobrepondo e mudando a paisagem de acordo com a atividade vulcânica do lugar, uma das regiões mais ativas do mundo. A própria Pinnacle Rock é na verdade a lateral de uma cratera que ficou de pé após o colapso das laterais.

Ainda pela manhã saímos para nosso primeiro snorkel. Indescritível! Peixes variados, arraias, tubarões, peixes mergulhando na nossa frente para pescar. Nos próximos dias tem fotos de tudo isso!

Depois do nosso almoço no Grill, saímos para um passeio de zodiac em Caleta Bucanero e vimos uma porção de outros bichos: leões marinhos (não existe foca em Galapagos), tartarugas, blue footed boobie (cujo nome vem de “pajaro bobo”, pela facilidade que os espanhóis tinham de capturá-los), pelicanos…aqui temos uma lista para ticar quais bichos já vimos.

 

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DIA 3 

 

Hoje estivemos nas duas ilhas mais novas do arquipélago: Isabela e Fernandina, nomeadas em homenagem aos reis espanhóis Isabel e Fernando. Essas duas ilhas tem a maior concentração de vulcões de todas as Galápagos e foi em Isabela que o vulcão Wolf entrou em erupção há poucos meses. Nessa última erupção a tripulação sentia o calor da lava de dentro do Silver Galápagos!

Pela manhã fizemos um passeio de zodiac pela costa de Isabela, avistando as primeiras iguanas marinhas. O mar estava um pouco mexido, por isso nosso snorkel agendado para a manhã foi mudado para o início da tarde. E que snorkel! Vimos iguanas dentro d’àgua se alimentando, muitos peixes coloridos e quase bati numa tartaruga, de tão perto que ela estava e do meu desespero de não encostar no bicho! ÍNCRIVEL!

Depois do snorkel fomos para Fernandina, fazer uma caminhada em lava de dois tipos: AA e Parroirroi (não sei se é assim que se escreve, pois são palavras havaianas). AA é a lava craquelenta, que esfriou depois de muito tempo e Parroirroi é a lava que esfriou mais rapidamente, deixando “ondas” no chão.

Lá vimos muitas iguanas! Todas juntinhas para se aquecerem pós-mergulho, já que são animais de sangue frio. Vimos também um baby leão marinho, AIMEUDEUS! Não só um, mas vários! Dá vontade de fazer um book deles! Não vejo a hora de nadar com esses bichos!

Agora vamos jantar com o Juan Carlos, um dos expedition leaders, para sugar ainda mais informação daqui! Depois um drink ao som do piano de Braulio e estaremos prontos pra mais um dia de descobertas!

 

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DIA 4

 

Hoje estivemos em Caleta Tagus, uma baia bem protegida que nos permitiu fazer o primeiro caiaque oceânico. O mar estava bem agitadinho, mas conseguimos ver pelicanos, pinguins, caranguejos e blue footed boobies. Um belo exercício todo feito por Fabinho, que pilotou e remou a maior parte do tempo.

Na segunda parte da manhã estivemos no mesmo lugar só que dessa vez com snorkel. Vi uma raia preta gigante, de quase um metro de largura…só uma pessoa do nosso grupo estava comigo na hora, fomos felizardas! Vi também um pinguim mergulhando atrás de comida. Como eles são rápidos! Além do pinguim teve também um cormorão mergulhando, um pássaro que nas Galápagos teve um processo de “involução”: pela falta de predadores perdeu a habilidade de voar e desenvolveu seu mergulho para ir atrás de peixes.

Após o almoço (um polvo grelhado DIVINO no Grill), fizemos um passeio à área de comando do navio, guiados pelo capitão Marcelo Rojas e a segunda oficial Nancy. Lá vimos toda a tecnologia que é usada para garantir a segurança dos passageiros e tripulantes, além é claro de tirar foto com o cap do capitão e com o capitão per se.

Parte da tarde foi de tartarugas e pinguins de Galápagos, um dos menores do mundo. Chegamos a Bahia Elizabeth ainda na ilha de Isabela, que é um conjunto de 6 vulcões que se interligaram pela lava despejada. Nesse local há mangues e os resíduos das plantas são alimento para pequenos peixes e tartarugas, que atraem peixes maiores, que atraem pássaros. Um mini-safari à espreita de tartarugas gigantes, pinguins fazendo “snorkel” em busca de peixes…lindo!

Agora estamos esperando pela degustação de vinhos sul-americanos que virá em breve, para depois seguirmos para outra noite agradável no Grill!

 

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DIA 5

 

A primeira parada do dia na ilha de Floreana foi no Posto de Observação da Baronesa. Essa baia foi o local onde fizemos o segundo caiaque oceânico, muito melhor que o primeiro! Vimos uma tartaruga marinha enorme passando por baixo do caiaque!!!!! Além disso vimos um leão marinho alimentando um bebê e outros tantos nadando do nosso lado.

Pós caiaque, chegamos à praia de Post Office Bay para descansar ou fazer snorkel nas pedras. O que escolhemos? SNORKEL! E foi um dos melhores! Leões marinhos pertinho na areia, fiz um book fotográfico de uma tartaruga e a segui durante uns 10 minutos enquanto comia alga das pedras. Lá ainda fomos ver se havia alguma carta no barril que os piratas usavam como correio, e que os turistas mantém a tradição: colocam cartas para serem entregues por outros turistas que passarem por lá. A única do Brasil pedia que fosse deixada pois o destinatário viria buscar.

Isso foi só a manhã! De tarde fomos fazer outro deep water snorkeling, onde a visibilidade é muito boa por não ter areia…dá pra ver a diferença nas fotos. Alguém leões marinhos vieram nadar conosco e um cardume gigante deu as caras. Lindo!

Depois do snorkel ainda fomos fazer uma caminhada em Punta Cormorant, onde avistamos flamingos e outros pássaros terrestres. Fomos também na praia onde as tartarugas põem seus ovos e havia várias esperando o anoitecer para fazer isso. Lá também vimos arraias e pássaros à espreita das primeiras tartaruguinhas que saiam dos ninhos…

Ufa! Um dia bem ativo que acabou com uma picanha no Grill e Braulio tocando de Pop a Roberto Carlos!

 

Por Lígia Secco – Silversea

 

 

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DIA 6

 

Estamos chegando ao fim dessa viagem e cada ilha é uma surpresa! Hoje foi o dia das tartarugas gigantes, bicho de uns 200 quilos que foi quase dizimado pelos piratas que passaram por Galapagos. Como elas vivem até 1 ano sem água ou comida, eram pegas e amontoadas para servir de comida fresca para os próximos meses a bordo. Estima-se pelos logs dos navios cerca de 250 mil tartarugas foram mortas por piratas. Hoje em dia o parque de Galapagos tenta repor esse número e já foram reentroduzidas por volta de 3000 indivíduos.

 

São várias as espécies de tartarugas gigantes e cada ilha tem a sua, criaturas que evoluíram diferentemente por conta do local onde vivem. Vimos tartarugas bebês, de 2 anos mais ou menos, vimos as adolescentes e as adultas, que ainda não se sabe exatamente quando tempo vivem pois as primeiras foram reentroduzidas e rastreadas há 51 anos, antes disso só as selvagens e não é possível afirmar sua idade.

 

Há uma história que Darwin levou 3 tartarugas para a Inglaterra e somente uma sobreviveu ao primeiro inverno. Um amigo de Darwin que estava indo para a Austrália quis levar o bicho, para que vivesse melhor lá. Com tristeza Darwin deixou Harry partir e lá descobriu-se que a tartaruga era fêmea, foi renomeada Harriete. Harriete morreu há cerca de 12 anos, então estima-se que tenha vivido 170 anos!!!

 

Bom, pós tartarugas passamos a tarde em Cerro Brujo, uma linda praia de areia branca em San Cristobal com uma infinidade de leões marinhos e pássaros. O por do sol foi maravilhoso com a Kicker Rock ao fundo!

 

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DIA 7

 

Último dia ????! Estivemos na ilha de Santa Cruz, a mais habitada das Galápagos. Pela manhã uma visita a Los Gemelos, duas crateras vulcânicas que se formaram assim: o contato da lava com a temperatura exterior criou uma “casca” na caldeira do vulcão. Depois que o fluxo de lava baixou, essa casca ficou sem suporte e colapsou, criando esses enormes buracos.

 

De lá seguimos para El Manzanillo, uma fazenda onde as tartarugas gigantes vivem soltas. As de Santa Cruz são ainda maiores que as de Puerto Ayora. E haja lama! As bichinhas gostam e a lama ainda ajuda a afastar parasitas.

 

De tarde fomos a El trapiche, uma fazenda onde pudemos ver a produção do café orgânico da ilha e provar uma aguardente local, que Don Adriano, dono da fazenda, mistura com caldo de cana e um pouco de limão…muito bom!

 

À noite nosso briefing de despedida foi um brinde a semana maravilhosa que tivemos a bordo!

 

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Por Lígia Secco – Silversea

Reserva do Ibitipoca

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em quarta-feira, novembro 18, 2015

História:

Foi criada em 1981 com a aquisição da Fazenda do Engenho. Já nesta época, algumas terras de cultivo foram abandonadas, o que propiciou sua regeneração. Hoje, a Reserva é composta por mais de 100 propriedades, que atingem cerca de 4.000 hectares de área preservada nos municípios de Lima Duarte, Bias Fortes e Santa Rita do Ibitipoca. A Reserva “abraça” parcialmente o Parque Estadual, formando um cinturão de proteção, amortecimento e favorecendo o intercâmbio de espécies para a reprodução e busca por alimento e abrigo. Em 2009, objetivando a geração de empregos e capacitação da população local, iniciou-se o projeto de abertura da Reserva do Ibitipoca ao turismo.

 

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Experiência:

Marcia Lucas esteve recentemente no hotel e escreveu um depoimento contando um pouco de sua experiência!

” Acabo de ficar hospedada na Reserva do Ibitipoca e fiquei encantada! É uma fazenda colonial, onde a gente não se sente em um hotel, mas sendo recebida em casa de amigos. A decoração é linda, a equipe muito bem treinada e muito gentil.

A comida deliciosa! Tudo feito no forno a lenha e com produtos locais. A cozinheira Marly fez estágio no Rio com o nosso querido Claude Troisgros, não preciso falar mais nada, né? Ah e a cozinha do hotel foi inspirada na cozinha do filme Ratatouille. Um charme!

 

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A propriedade tem 3 mil hectares e a natureza do entorno é linda, convidando a gente a explorá-la. São várias opções de fáceis a difíceis. Fiz uma caminhada  pelo circuito das águas, passando por rios, prainhas e cachoeiras. Tem lindos passeios a cavalo e de bicicleta também.

 

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Uma boa opção é começar o dia com uma aula de Ioga e terminar o dia com uma boa massagem no spa após as atividades do dia. O almoço de sábado foi em um lugar lindo ao pé de uma cachoeira e o café da manhã de domingo, debaixo de umas jabuticabeiras centenárias, um lugar incrível!

 

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Na noite de sábado tivemos uma surpresa, um concerto de um pianista prodígio de apenas 18 anos, morador da região. Uma história admirável e uma música deliciosa.

E o que mais me impressionou foram as esculturas que o proprietário da reserva,  Renato Machado, instalou no pé da pedra do Gavião diante de uma vista espetacular. São esculturas gigantescas da artista Karen Cusolito que representam as diferentes religiões do mundo. Estar no meio destas esculturas, com o por do sol em frente é mágico!

É um programa que eu super recomendo!

 

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